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	<title>Conversas em off Weblog</title>
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		<title>Conversas em off Weblog</title>
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		<title>Despedida da terra da garoa</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 00:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedoregina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não classificado]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem, é chegado o ultimo dia de Sampa. Eu não quero ir embora! Isso aqui é legal demais! Hoje eu acordei cedinho, tomei meu café no hotel mesmo e sai em busca da rodovi do Tiête. Foi barbada! Pegar trem até Paraíso e baldear para a linha azul. A rodoviaria é enorme e bem bonita, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=197&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, é chegado o ultimo dia de Sampa. Eu não quero ir embora! Isso aqui é legal demais!</p>
<p>Hoje eu acordei cedinho, tomei meu café no hotel mesmo e sai em busca da rodovi do Tiête. Foi barbada! Pegar trem até Paraíso e baldear para a linha azul. A rodoviaria é enorme e bem bonita, sabe. Eu lembro que achava um nojo lá. Mas acho que reformaram. Não sei. Enfim, comprei minha passagem pro RJ, saio daqui as duas da tarde.</p>
<p>Saindo de la, peguei o metro até a estação da luz. Lindo demais la! Eu queria ir no museu da lingua portuguesa. Lá é muito, muito legal. Tem varias exposições, um telão gigantesco com toda a extensão da estação da luz. São tres andares, no terceiro, um auditório onde assistimos um filme. Dali a pouco, simplesmente a tela girou (fantastico galera, no explications) e entramos em um ginásio onde eram feitas projeções de estrelas no teto. Lindo. Poemas, muito Fernando Pessoa. E eu chorei com a poesia do Mario de Andrade sobre Sampa. É, acho que fiquei meio vulnerável.</p>
<p>Sai de la e fui para a rua Jose Paulino fazer comprar. Roupas, roupas! Ja comprei uma mala tambem para levar junto com minhas comprar da galeria do rock. To torcendo pra não pagar excesso de bagagem!</p>
<p>Voltei pro hotel moída! Dormi umas horas e fui numa galeria aqui dos contrabandos comprar um mp3 pra minha amiga Rô. Quando sai de la, peguei maior chuva da minha vida! Tava caindo o mundo! Dei um tempo numa marquise, mas a chuva nem sinal de parar. Resolvi sair na chuva mesmo. Nao dava, tava demais. Parei na marquise em frente a Fiesp e fiquei esperando. Acendi um cigarro. Veio o guarda me tocar de la! A lei antitabagismo aqui em Sampa ta sendo cumprida á risca! So que porra, tava chovendo! Como eu ia fumar na calçada? Que raiva.</p>
<p>Saí indignada na chuva mesmo. Dali pelas tantas, vejo que tem uma mulher me olhando. Ja imaginei que fosse por causa da sacola que eu tava. E ela olhava, olhava. Dali pelas tantas, me ofereceu uma carona de guarda-chuva. Eu fiquei com medo dela, mas aceitei. Pensei: e se essa mulher me puxa uma faca agora e me assalta? Mantive o maximo de distancia que pude e conversei com ela. Acho que ela notou meu nervoso, pq disse:</p>
<p>&#8220;É minha amiga, aqui a gente tem medo de tudo. Fica desconfiado de todos, pq é perigoso. Mas a gente tem que ser menos armado sabe? E ter Jesus no coração&#8221;</p>
<p>Hahahaha! A moça era evangélica. Mas era tão boa gente que me deu vontade de abraçar ela quando ela entrou seu destino. Ela ia buscar a prima dela que trabalha no shopping. São Paulo é isso gente: uma cidade de muita contradição, muito movimento, solidão, mas também de solidariedade. De diversidade cultural. E é minha terra. E amanhã eu to indo, mas eu garanto, eu volto, ah, se volto.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/conversasemoff.wordpress.com/197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/conversasemoff.wordpress.com/197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/conversasemoff.wordpress.com/197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/conversasemoff.wordpress.com/197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/conversasemoff.wordpress.com/197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/conversasemoff.wordpress.com/197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/conversasemoff.wordpress.com/197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/conversasemoff.wordpress.com/197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/conversasemoff.wordpress.com/197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/conversasemoff.wordpress.com/197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/conversasemoff.wordpress.com/197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/conversasemoff.wordpress.com/197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/conversasemoff.wordpress.com/197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/conversasemoff.wordpress.com/197/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=197&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Vamos tomar um dorflex pra dormir?</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 00:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedoregina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não classificado]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma vez direto da terra da garoa! Ontem fui assistir à sessão comentada do filme &#8220;Se nada mais der certo&#8221;. Bah, o filme é um soco no estômago. Pesado, indigesto, mas com boas sacadas. O mais legal foi que o ingresso foi 4 reais, eu ganhei ainda uma pipoca e um copo de coca! [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=193&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez direto da terra da garoa! Ontem fui assistir à sessão comentada do filme &#8220;Se nada mais der certo&#8221;. Bah, o filme é um soco no estômago. Pesado, indigesto, mas com boas sacadas. O mais legal foi que o ingresso foi 4 reais, eu ganhei ainda uma pipoca e um copo de coca! Pobre é foda, mas já fiquei faceira.</p>
<p>Depois do filme, debate mediado pelo Fernando Meireles. Não lembro do nome do diretor, mas era um cara bem inspirado, com espírito jovem e muita paciência para aturar os adolescentes acéfalos que faziam as perguntas. Bem, não dá pra deixar passar batido a presença do Cauã Reymond. O cara é realmente muito bonito, simpático e bla bla bla. Ele sorria e caia o mundo. Cacete.</p>
<p>O debate teve alguns pontos altos, como o diretor não enrolando o povo e dizendo que não sabia exatamente a intenção de filmar tal cena. Poxa, quando as pessoas vão entender que cinema é reflexão, mas nunca deve ser uma coisa pronta? O diretor parafraseou Eco e disse que, quanto mais aberto um filme, melhor. Gostei.  Nada melhor que um arrotinho acadêmico para calar a boca de aborrescentes metidos a cineastas.</p>
<p>Bem, hoje eu tinha que acordar cedo, pois eu só tinha pago três diárias do hotel. Pq? Pq eu nao tinha todo o dinheiro quando cheguei! Bem, antes que o pessoal do hotel batesse na minha porta e me tocasse pra rua antes do meio-dia, fui tomar meu café e sacar uma grana. Bem, eu decidi tomar café no hotel mesmo (seis reais, me pareceu interessante). Regina, aprenda: o fórmula 1 é um lixo, já era em Curitiba e aqui é mais. Não tinham frios no café! Pão com manteiga e seja feliz, neguinho.</p>
<p>Saindo do hotel, lá fui eu me bandear a santo andré. Eu tava morrendo de medo, pq tinha que pegar trem e baldear pro metro no brás e me falaram que lá era trash. Que nada! Foi super tranquilo, fui seguindo o fluxo e quando vi ja estava no trem pra santo andré, sentido ribeirão pires. Tive que trocar de linha duas vezes: sair da verde para a linha azul na estação paraíso e descer na sé, onde peguei outro ate o bras e la no bras fiz a integração com o trem. Chegando em Sto Andre, a paisagem começou a ficar mais familiar. Peguei um taxi ate o forum, onde tinha que resolver meus problemas, mas na volta arrisquei voltar a pé. Eram duas da tarde e eu tinha muito tempo! Então, na volta, pensei que eu podia ir até a estação rodoviária comprar minha passagem pro Rio. Chegando lá, o atendente me diz:</p>
<p>- &#8220;Minha jovem, essa passagem é vendida somente na rodoviária do Tietê &#8211; (contendo o riso). Puta que pariu! Bem, mas já que eu estava ali, dei uma chegada até o Memorial da América Latina. Eu lembro que fui na inauguração dele! Olha, vou te contar que não achei grande coisa. Lembro que quando eu fui na inauguração parecia um mundo de grande. Hum. Será que é porque eu só tinha dez anos? <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Voltando de lá, pedindo informações (olha, o pessoal aqui ama dar informações, de modo geral), cheguei na consolação de novo. Vitória!</p>
<p>Chegando no hotel, banho rapido e simbora pra galeria do rock! Só que eu resolvi ir a pe e caminhei. Gente, caminhei demais. Acho que mais de vinte quadras. Mas cheguei la, fiz comprinhas (uma em especial, mas nao posso contar pq o mano ta lendo o blog, me disse!). Vim me arrastando, jantar no xóps a saladinha amiga e talvez depois cine. Antes, uma passada na farmacia pra um dorflex. To com uma dor na lombar de matar. Mas amanha tenho que encontrar a rodovi do tiete! Torçam por mim! Hasta!</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:28px;width:1px;height:1px;">
<h2>Revista Brasileira de Terapia Intensiva</h2>
<h2 id="printISSN"><span style="color:#0000a0;"><em>Print version</em> ISSN </span>0103-507X</h2>
<h3>Rev. bras. ter. intensiva vol.19 no.1 São Paulo Jan./Mar. 2007</h3>
<h4 id="doi">doi: 10.1590/S0103-507X2007000100012</h4>
<div class="index,pt">
<p align="right"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>ARTIGO DE REVISÃO</strong></span></p>
<p><a name="tx"></a><span style="font-family:Verdana;font-size:medium;"><strong>Terapia nutricional em Unidade de  Terapia Intensiva<a href="#nt"><sup>*</sup></a></strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:small;"><strong>Nutritional therapy in Intensive Care  Unit</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>Iára Kallyanna Cavalcante  Ferreira</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Nutricionista Graduada pela Universidade Federal de  Goiás (UFG), Pós-Graduada em Clínica e Terapêutica Nutricional pelo Instituto de  Pesquisa, Capacitação e Especialização – IPCE, Membro da Equipe Multidisciplinar  de Terapia Nutricional (EMTN) do Hospital de Urgências de Goiânia – Dr.  Valdemiro Cruz (HUGO)</span></p>
<p><span style="font-family:verdana;font-size:x-small;"><a href="#end">Endereço para  correspondência</a></span></p>
<hr size="1" noshade="noshade" /><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>RESUMO</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS:</strong> Esta revisão tem  como objetivo levantar os principais aspectos necessários para a realização de  terapia nutricional segura e eficaz ao paciente crítico.<br />
<strong>CONTEÚDO:</strong> Foi feito um levantamento bibliográfico com livros didáticos e artigos  científicos em Português, Inglês e Espanhol com resultados dos últimos 20 anos.A  terapia nutricional é parte integrante dos cuidados do paciente em unidades de  terapia intensiva. O seu sucesso envolve as etapas de avaliação nutricional,  determinação das necessidades de calorias e nutrientes, decisão da via de  infusão e o tipo de dieta empregada.<br />
<strong>CONCLUSÕES:</strong> O uso de nutrientes  com a finalidade de melhorar a função imunológica (imunonutrientes), é cada vez  mais freqüente, porém seu uso não está bem estabelecido para pacientes críticos.  Mais estudos clínicos são necessários para estabelecer a melhor forma de nutrir  o paciente crítico.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>Unitermos:</strong> imunonutrição, nutrição enteral,  nutrição parenteral, paciente crítico, terapia nutricional.</span></p>
<hr size="1" noshade="noshade" /><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>SUMMARY</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>BACKGROUND AND OBJECTIVES:</strong> The purpose of  this review is to approach the main necessary aspects for the accomplishment of  safety and efficient nutritional therapy to the critically ill patient.<br />
<strong>CONTENTS:</strong> Bibliographical survey with didactic books and scientific  articles was made in Portuguese, English and Spanish with results of the last 20  years. Nutritional support is an integrant part in the care of patients in  intensive care units. The success of the nutritional therapy involves the stages  of nutritional assessment, determines the route of diet infusion and the  calories and nutrients needs.<br />
<strong>CONCLUSIONS:</strong> The use of nutrients with  immune function (immunonutrients) is each more frequents, however, its use is  not well established for critical illness. More clinical studies are necessary  to establish the best form to nourish the critical ill patient.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>Key words:</strong> critical ill patient, enteral  nutrition, immunonutrition, nutritional therapy, parenteral nutrition </span></p>
<hr size="1" noshade="noshade" /><span style="font-family:Verdana;font-size:small;"><strong>INTRODUÇÃO</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A terapia nutricional é peça fundamental nos  cuidados dispensados ao paciente crítico, devido às evidências científicas que  comprovam que o estado nutricional interfere diretamente na sua evolução  clínica<sup>1</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O paciente desnutrido cursa mais facilmente com  infecção, demora mais para cicatrizar, exige maiores cuidados intensivos e  permanece internado por mais tempo no hospital e unidade de terapia intensiva  (UTI)<sup>2</sup>. </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O paciente crítico, após a agressão, sofre uma  série de alterações hormonais visando manter a homeostase hemodinâmica. Estas  alterações causam, dentre outros efeitos, intolerância à glicose e catabolismo  protéico elevado. A oferta de nutrientes, embora não possa reverter a  proteólise, a gliconeogênese e a lipólise associadas ao estresse, pode reduzir  as conseqüências do catabolismo exacerbado, melhorando a evolução  clínica<sup>3</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Fatores inerentes ao tratamento, como ventilação  mecânica, uso de sedativos e fármacos vasoativos, tornam o suporte nutricional  um desafio aos profissionais envolvidos. A via de administração da terapia  nutricional, o tipo e a quantidade de dieta ofertada devem ser criteriosamente  avaliados para diminuir o aparecimento de complicações<sup>4</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A proposta deste estudo foi abordar os principais  aspectos necessários para a realização de terapia nutricional segura e eficaz ao  paciente em estado grave.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O levantamento bibliográfico foi feito através de  livros didáticos e artigos científicos nas linguagens portuguesa, inglesa e  espanhola, via <em>internet</em>, nas bases de dados CAPES, MedLine e PubMed,  sendo considerados os resultados publicados nos últimos 20 anos.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O objetivo deste estudo foi levantar os principais  aspectos necessários para a realização de terapia nutricional segura e eficaz ao  paciente crítico.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:small;"><strong>AVALIAÇÃO NUTRICIONAL</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Os parâmetros utilizados na avaliação nutricional  incluem avaliação clínica, antropométrica, bioquímica e  imunológica<sup>5</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A história clínica deve abordar alterações da  ingestão alimentar (inapetência, disfagia, jejum para procedimentos) e perdas  excessivas (vômitos, fístulas, diarréia, má absorção)<sup>6</sup>. A avaliação  física inclui o aspecto geral do paciente, observando se ele apresentava edema,  ascite, caquexia, obesidade, alterações cutâneas, alterações mucosas, petéquias  ou equimose, glossite, estomatite ou queilose. O sistema músculo-esquelético foi  inspecionado e palpado, com atenção especial aos bíceps, tríceps, quadríceps e  aos músculos interósseos das mãos<sup>7</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O dados antropométricos incluem medidas de dobras  cutâneas, circunferências e divisão dos compartimentos corporais. Contudo, a  utilização em pacientes internados em UTI tem valor limitado, devido a possíveis  alterações na interpretação dos resultados<sup>8</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O peso seco e a altura são utilizados para calcular  o peso ideal, o percentual de perda de peso e o índice de massa corporal (IMC),  que é o peso dividido pela altura elevada ao quadrado<sup>9</sup>. O IMC  apresenta limitações devido às alterações no peso corporal freqüentemente  presentes. Valor abaixo de 18,5 kg/m<sup>2</sup> está relacionado com maior  permanência em UTI, aumento de complicações pós-operatórias e dificuldade em  retorno à alimentação por via oral (VO). Em geral, valores abaixo de 15  kg/m<sup>2</sup> associam-se a aumento na  morbimortalidade<sup>8</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Os parâmetros de medida como dobras cutâneas,  circunferência muscular do braço (CMB) e outras circunferências (braço,  panturrilha) têm valor limitado na avaliação nutricional, devido à interpretação  controversa dos resultados pelas alterações freqüentes no compartimento  hídrico<sup>9</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O índice-creatinina-altura (ICA) é uma maneira  laboratorial de expressar um índice antropométrico, realizado através de coleta  precisa da urina de 24 horas. Devem-se considerar fatores que influenciam na  excreção de creatinina, como idade, dieta, imobilização prolongada, doença  renal, infecção e trauma<sup>10</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A avaliação da imunidade celular e testes de  sensibilidade cutânea têm boa correlação com o estado nutricional, contudo,  podem ser afetados por variáveis clínicas presentes no paciente crítico,  limitando o seu uso<sup>11</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Testes de função muscular são utilizados como  indicadores do estado nutricional tanto de forma ativa (força muscular  respiratória, capacidade de apreensão) como passiva (resposta de contração  muscular à estimulação elétrica). Esses parâmetros têm os seus usos limitados  por fatores como sedação e polineuropatias<sup>12</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A avaliação subjetiva global (ASG) é um método de  fácil aplicação, que classifica o paciente em bem nutrido, moderadamente  desnutrido ou em risco de desnutrição e desnutrido grave. Este método tem  demonstrado boa sensibilidade e especificidade na identificação de desnutrição  hospitalar, mas não há comprovação da sua efetividade em pacientes de  UTI<sup>6</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Assim como os parâmetros antropométricos, os testes  bioquímicos também sofrem alterações no paciente crítico. As proteínas hepáticas  (albumina, pré-albumina, transferrina) são comumente utilizadas para avaliação  do estado nutricional. Contudo, essas proteínas têm função limitada no paciente  crítico, por fatores como hemodiluição e conversão da atividade hepática na  síntese de proteínas de fase aguda, resultando em diminuição das proteínas  viscerais. Devido a estas alterações, valores diminuídos nestes pacientes  refletem mais a gravidade da doença do que o estado  nutricional<sup>13</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A bioimpedância (BIA) é um método seguro, rápido,  não-invasivo e reproduzível para estimativa da massa corporal magra, e pode ser  realizada na beira do leito. É uma técnica que pode ser utilizada para análise  da composição corporal em indivíduos saudáveis e em muitas condições clínicas,  exceto as que envolvem distúrbios na distribuição hídrica corporal. Como estes  distúrbios são freqüentes em pacientes críticos, não é uma técnica  recomendada<sup>7</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">É importante ressaltar que não existe um teste  &#8220;padrão ouro&#8221; que seja sensível e específico para detectar desnutrição no  paciente crítico, pois as alterações clínicas provocadas pelo estresse  metabólico limitam a interpretação dos testes. O ideal é a combinação de  diversos parâmetros na prática clínica, pois a detecção da desnutrição nas suas  fases iniciais, bem como avaliações periódicas do estado nutricional são  necessárias para avaliar a eficácia de qualquer intervenção  nutricional<sup>14</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:small;"><strong>NECESSIDADES NUTRICIONAIS</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>Calorias</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O fornecimento de calorias de acordo com a condição  clínica é fundamental para o controle metabólico adequado do paciente crítico. O  gasto energético varia de acordo com o tipo de agressão (trauma, sepse,  intervenção cirúrgica), grau de atividade do paciente (ventilação espontânea ou  mecânica, sedação), estágio da doença e estado nutricional prévio do  paciente<sup>3</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A necessidade energética pode ser estimada ou  medida diretamente. Diversos métodos de avaliação do gasto energético no  paciente grave foram descritos, porém todos apresentam  limitações<sup>15</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A calorimetria indireta é um método não-invasivo  que mede o calor liberado durante o processo oxidativo através dos valores do  consumo de oxigênio (VO<sub>2</sub>) e produção de gás carbônico  (VCO<sub>2</sub>). Embora seja considerado atualmente o &#8220;padrão ouro&#8221; de  avaliação do gasto energético, apresenta limitações técnicas de aplicação, como  custo elevado do equipamento, exigência de pessoal treinado para aferição com  disponibilidade de tempo e necessidade de fração de oxigênio inspirado  (FIO<sub>2</sub>) maior que 0,6, dentre outros<sup>16</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Os métodos mais comuns para determinação das  necessidades energéticas são as equações preditivas, devido à facilidade de  execução e custo zero. Existem atualmente cerca de 190 fórmulas publicadas na  literatura para estimativa do gasto energético, que utilizam as variáveis: peso,  altura, idade, sexo e superfície corporal<sup>15</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A fórmula mais amplamente utilizada é a equação de  Harris-Benedict, desenvolvida em 1919, acrescida de fatores atividade e  estresse. Porém, sua acurácia é limitada, pois a fórmula é derivada de predição  para indivíduos saudáveis<sup>17</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Para a estimativa por equação, é preferível o uso  do peso &#8220;atual&#8221; em pacientes eutróficos e desnutridos no lugar do peso  desejável, e, em obesos, deve-se utilizar o peso ajustado para  obesidade<sup>18</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Em pacientes hemodinamicamente estáveis em  ventilação mecânica, o uso de 120% da taxa metabólica em repouso parece suprir  adequadamente as suas necessidades<sup>19</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Outra medida para o cálculo do gasto energético é o  método de Fick, que utiliza dados hemodinâmicos, como o débito cardíaco, a  concentração de hemoglobina, as saturações venosa e arterial de oxigênio.  Necessita ter inserido um cateter triluminal na artéria  pulmonar<sup>20</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Além das fórmulas preditivas, o cálculo direto  utilizando 25 kcal/kg/dia de peso usual parece se adequar à maioria dos  pacientes<sup>8</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A <em>European Society for Parenteral and Enteral  Nutrition</em> (ESPEN) recomenda durante a fase aguda inicial, uma oferta de 20 a  25 kcal/kg/dia, e na fase de recuperação, 25 a 30  kcal/kg/dia<sup>21</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Em pacientes obesos, recomenda-se ofertar de 20 a  30 kcal/kg/dia, com base no peso ajustado para  obesidade<sup>22</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>Carboidratos</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Trinta a 70% das calorias totais devem ser  fornecidas na forma de carboidratos, na dose de 2 a 5 g/kg/dia<sup>8</sup>. A  oferta de glicose deve ser ajustada para evitar níveis de glicemia &gt; 140  mg/dL, mas estudos estão sendo realizados para definir níveis ideais de glicemia  para os pacientes críticos. Pode ser necessário o uso de insulina para manter os  níveis de glicose próximos ao normal<sup>20</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>Lipídeos</strong> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Quinze a 30% das calorias devem ser oferecidas na  forma de lipídeos<sup>8</sup>. A quantidade mínima a oferecer é de 1g/kg/dia,  sem exceder a 1,5 g/kg/dia. Deve-se evitar o aporte excessivo de lipídeos, pois  está relacionado a efeitos imunossupressivos, com aumento na incidência de  infecções<sup>20</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O balanceamento dos vários tipos de ácidos graxos  também é importante, pois pode influenciar vias de síntese de eicosanóides.<sup> </sup>Atualmente são utilizados no suporte nutricional, triglicerídeos de cadeia  longa (TCL) pertencentes ás séries n-3, n-6 e n-9, individualmente ou em  combinação com triglicerídeos de cadeia média (TCM)<sup>20</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>Proteínas</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Quinze a 20% do total de calorias devem ser  fornecidos como proteína ou aminoácido<sup>8</sup>. Deve-se iniciar com aporte  de 1 a 1,5 g/kg/dia. Este valor pode ser aumentado em situações de maior perda  protéica (queimaduras, feridas abertas, enteropatias com perda de proteínas),  devendo ser ajustado de acordo com controles periódicos de balanço nitrogenado e  alterações na uréia plasmática, para promover retenção nitrogenada e síntese  protéica<sup>20</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A dose protéica deve ser reduzida nos casos da  perda de nitrogênio urinário exceder a 100 mg/dL ou o nível de amônia sanguínea  se associar à encefalopatia clínica<sup>8,9</sup>. Em pacientes obesos,  recomenda-se aporte protéico de 1,5 a 2 g/kg/dia de peso  ideal<sup>22</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>Água, Eletrólitos e Vitaminas</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Não estão bem estabelecidas as necessidades de  vitaminas, minerais e elementos-traço nos pacientes críticos. A determinação das  necessidades de água e eletrólitos deve ser baseada na determinação do balanço  diário destes elementos, incluindo parâmetros cardiovascular, renal, hepático e  testes bioquímicos<sup>3</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Deve-se monitorar constantemente fósforo, magnésio  e zinco para, se necessário, adequar a oferta a fim de manter níveis séricos  normais<sup>8,20</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">As calorias totais devem ser fornecidas em volume  consistente com as necessidades de líquidos. Em geral, é necessário 1 mL de água  por caloria administrada<sup>8</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:small;"><strong>TERAPIA DE NUTRIÇÃO ENTERAL (TNE)</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A TNE faz parte da rotina de tratamento intensivo  em pacientes impossibilitados de utilizar a via oral para alimentação que possam  utilizar o trato gastrintestinal (TGI). O uso da nutrição enteral (NE) está  associado a redução no número de complicações infecciosas, manutenção da  integridade da barreira mucosa intestinal e redução da translocação  bacteriana<sup>23</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Quanto ao posicionamento da sonda, o uso de  alimentação pós-pilórica quando comparado á infusão gástrica reduz a prevalência  de regurgitação, pneumonia associada à aspiração e aumento da quantidade  ingerida de nutrição enteral, mas não há diferença entre os dois métodos com  relação à redução da mortalidade e do tempo de  internação<sup>24</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Recomenda-se sempre verificar o posicionamento da  sonda no trato digestivo. Em unidades em que há dificuldade de acesso, a NE  pós-pilórica deve ser considerada em pacientes com alto risco de intolerância à  NE (uso de inotrópicos, sedativos, drenagem nasogástrica), ou quando há risco de  regurgitação e aspiração. Em unidades em que não é possível obter o acesso  intestinal, considerar a alimentação pós-pilórica estritamente para pacientes  que apresentam repetidamente alto resíduo gástrico, e que não toleram  quantidades adequadas de NE no estômago<sup>21,25</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Muitos pacientes críticos após lesão ou em  pós-operatório desenvolvem gastroparesia, o que limita a tolerância à  alimentação gástrica. Contudo, a diminuição ou ausência de ruídos intestinais  são geralmente interpretados como indicativos de que o intestino delgado não  está funcionando. Já é reconhecido que a função do intestino delgado e a  habilidade de absorver os nutrientes permanece intacta, independente do estado  crítico, presença de gastroparesia e ausência de ruídos  intestinais<sup>8,9</sup>. Estas características do paciente crítico  erroneamente retardam a instituição da nutrição enteral, contribuindo para  balanço nitrogenado negativo e conseqüente perda de  peso<sup>14</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A presença de distensão abdominal, em qualquer  caso, é um sinal de alerta que, provavelmente indica incapacidade do tubo  digestivo para processar os substratos, devendo-se suspender a dieta e avaliar o  paciente. A dieta poderá ser reinstituída após se descartar alterações  significativas<sup>9</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A aspiração pulmonar é uma complicação temida em  pacientes em UTI. Muitas estratégias são utilizadas para prevenir a aspiração,  como assepsia oral, posição supina, uso de sondas de fino calibre, elevação da  cabeceira em 45º e cuidados de enfermagem<sup>26</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Nos pacientes incapazes de tolerar a alimentação  gástrica (resíduo gástrico &gt;150 mL) o risco de aspiração é alto, devendo ser  obtido acesso ao intestino delgado durante o ato cirúrgico, por via endoscópica  ou percutânea e descompressão gástrica simultânea, o que proporciona NE  efetiva<sup>8,9</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O uso de NE precoce, isto é, com início em 24-48  horas após a admissão em UTI está relacionada a melhora do balanço nitrogenado,  manutenção da função intestinal, melhora da imunidade, melhor capacidade  antioxidante celular e diminuição da resposta hipermetabólica<sup>25</sup>. </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Embora seja recomendada para manter a perfusão e a  integridade da mucosa intestinal e seja bem tolerada na maioria dos pacientes, a  NE precoce pode causar isquemia e necrose, principalmente em paciente  pós-choque. Esta necrose isquêmica não envolve oclusão de vasos, e tem sido  chamada de necrose intestinal não-oclusiva. Os mecanismos de ação propostos  incluem o aumento da demanda metabólica da mucosa intestinal pela presença de  nutrientes no lúmen, com diminuição da perfusão mucosa. A hipótese é que a  distensão intestinal contribua para esta isquemia mucosa, e que a estase  intestinal permita o acúmulo de toxinas bacterianas. Para pacientes que  apresentam risco para esta complicação, a NE deve ser evitada até que o paciente  esteja clinicamente estável<sup>27</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Diversos fatores podem impedir o fornecimento do  total de calorias exigido para o paciente critico. A quantidade de dieta  oferecida pode ser limitada por intolerância à dieta e a freqüentes  procedimentos realizados na UTI (banho, fisioterapia, extubação, etc.). Estudos  apontam um oferecimento energético abaixo do necessário em muitos pacientes,  podendo piorar a desnutrição e agravar o quadro clinico<sup>28</sup>. Protocolos  de NE parecem ajudar a efetivar as praticas de alimentação e limitar  interrupções desnecessárias<sup>25</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Recomenda-se iniciar a terapia nutricional com  fórmulas com proteína intacta (polimérica). Fórmulas à base de peptídeos podem  beneficiar pacientes com complicações gastrintestinais (síndrome do intestino  curto, pancreatite, etc.), sendo necessários mais estudos para definir a sua  recomendação<sup>21,25</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A instalação de traqueostomia é uma oportunidade  para iniciar a dieta via oral em pacientes dependentes de ventilação mecânica  (VM). Porém, muitos pacientes que permanecem longos períodos ventilados por  traqueostomia apresentam disfagia, pois os tubos fixados na laringe impedem a  coordenação do movimento de deglutição, alterando o fechamento da glote. O ideal  é avaliar e tratar a disfagia com um protocolo e um fonoaudiólogo, durante a  reintrodução da dieta por via oral<sup>29</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:small;"><strong>NUTRIÇÃO PARENTERAL (NP)</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Em geral, a NP é indicada a pacientes  impossibilitados de utilizar o trato gastrintestinal durante sete a 10 dias, que  apresentem perda de peso superior a 10% do usual, incapazes de tolerar a NE ou  quando contra-indicado o seu uso e que não apresentem doença  terminal<sup>7</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O uso de NP está relacionado com maior número de  complicações, inclusive na via de acesso e ao custo elevado. As formulações  parenterais não são tão completas quanto as enterais, porém a meta nutricional é  atingida com maior facilidade por via parenteral<sup>8</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A administração de NP é contra-indicada em  pacientes hemodinamicamente instáveis (choque séptico, cardiogênico,  hipovolemia), edema agudo de pulmão, anúricos sem diálise e na presença de  distúrbios eletrolíticos e metabólicos graves<sup>30</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Infecção no local do cateter é uma complicação  comum que pode levar a sepse, associada a aumento da morbidade, mortalidade e  maiores custos. O tratamento da sepse envolve remoção do cateter e  antibioticoterapia apropriada. Protocolos de inserção e cuidados com cateteres  devem ser implantados para prevenir complicações<sup>7</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A NP deve iniciar com 100 a 150 g de glicose, e  baixas concentrações de cloreto de sódio (NaCl), sendo realizada a monitorização  estrita de eletrólitos (diariamente nos primeiros 2 a 3 dias) e controle  glicêmico (a cada 6 horas até normalizar valores de  glicose)<sup>8</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A infusão de glicose estimula a secreção de  insulina adicional e tem um efeito antilipolítico. A hiperglicemia limita a  quantidade ofertada de glicose e o grau da hiperglicemia induzida pela NPT é  diretamente proporcional à dose de glicose infundida e ao grau de  lesão<sup>23</sup>. Muitos pacientes necessitam utilizar insulina regular junto  à administração de NPT, como componente da fórmula ou com administração  subcutânea suplementar<sup>8</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Uma maneira de prevenir a hiperalimentação é pela  análise do quociente respiratório (QR). Valores maiores que 1 geralmente indicam  hiperalimentação. Valores entre 0,8 e 1 indicam produção elevada de gás  carbônico<sup>8</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Os lipídios são administrados na forma de emulsão.  Inicialmente as emulsões lipídicas eram unicamente à base de soja, contendo  somente ácidos graxos de cadeia longa (AGCL). Estudos demonstraram que as  emulsões lipídicas à base de soja, ricas em ácidos graxos poliinsaturados (PUFA)  n-6 afetavam negativamente os sistemas imunes, relacionando o excesso de n-6 e a  baixa quantidade de n-3 em maior risco de peroxidação, com alteração na função  de neutrófilos, linfócitos, monócitos e macrófagos. A descoberta destas  alterações estimulou o desenvolvimento de novas composições comerciais, com  diferentes tipos de ácidos graxos<sup>31</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Os triglicerídeos de cadeia média (TCM) apresentam  hidrólise mais fácil e rápida que os triglicerídeos de cadeia longa (TCL), sendo  produzidas emulsões comerciais com mistura TCL/TCM (soja e coco,  respectivamente) na relação 50:50<sup>32</sup>. Contudo, esta mistura também  afeta a função dos neutrófilos. Recentemente foram desenvolvidas emulsões à base  de óleo de oliva e soja, com baixa concentração de poliinsaturados (PUFA) e  ricos em ácidos graxos monoinsaturados (MUFA), que apresentam menos efeitos  inibitórios do sistema imune, com boa tolerância e preservação da função  hepática<sup>33</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Emulsões contendo óleo de peixe aumentam a  incorporação de n-3 nas membranas celulares, e não prejudicam a coagulação e a  função plaquetária. Estas emulsões parecem preservar a função imune e prevenir  alguns aspectos da resposta inflamatória, com redução do tempo de internação no  hospital e na UTI<sup>31</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Os aminoácidos são incluídos na NPT como fonte de  nitrogênio para a síntese protéica. A dose de proteína deve ser ajustada com  monitorização periódica, mas não deve ser excessiva pelo risco de  azotemia<sup>8</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A administração de aminoácidos essenciais (AAE)  para pacientes com insuficiência renal<sup>34</sup> e aminoácidos de cadeia  ramificada (AACR) em pacientes com insuficiência hepática<sup>35</sup> não tem  demonstrado efeito positivo quando comparados ao uso de  solução-padrão.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A vitamina K não faz parte das multivitaminas  presentes na solução de NP, devido a alterações que podem causar em pacientes  recebendo anticoagulantes. Portanto, pacientes em uso de NPT que não fazem  terapia anticoagulante devem receber vitamina K  suplementar<sup>36</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">As necessidades de sódio e potássio são muito  variá­veis, sendo adicionados à NP de acordo com as necessidades individuais. O  conteúdo de cloreto e acetato deve ser ajustado para manter o balanço  ácido-base, geralmente com quantidades iguais, mas podem exigir ajustes  individuais. As quantidades de magnésio, cálcio e fósforo devem ser baseados nas  necessidades, sendo suplementados quando necessário. Ferro não é adicionado à  solução de NPT, devendo ser administrado por via venosa<sup>36</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:small;"><strong>NUTRICÃO ENTERAL ASSOCIADA À NUTRICÃO  PARENTERAL</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Quando a necessidade nutricional não é atingida com  o uso de nutrição enteral (NE), a suplementação com nutrição parenteral (NP) é  uma possibilidade. A associação da NE e NP têm sido analisadas em duas  vertentes, quando a NE e NP são iniciadas simultaneamente e a NP é interrompida  quando o paciente tolera totalmente a NE ou quando a NP é introduzida apenas  após alguns dias de NE, quando confirmada a intolerância à NE.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A análise de estudos comparando a introdução  simultânea de NE e NP demonstrou aumento na mortalidade quando comparado ao uso  de NE isolada. A NP suplementar não foi associada a aumento na incidência de  infecções e tempo de internação e ventilação mecânica. Mesmo quando excluídos da  análise os pacientes hiperalimentados, os resultados permaneceram, demonstrando  que a alta mortalidade da associação não está relacionada à  hiperalimentação<sup>25</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Em pacientes que não conseguem atingir suas  necessidades somente com a NE, os benefícios da associação parecem sobrepor os  riscos potenciais, sendo recomendadas as suplementações com NP. Deve-se ter  cuidado, contudo, para que a NP não exceda à necessidade energética do paciente,  causando hiperalimentação, devendo haver controle metabólico  rigoroso<sup>21</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:small;"><strong>CONTROLE GLICÊMICO</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A hiperglicemia é uma reação natural do organismo  ao estresse metabólico, devido às alterações hormonais. Além disso, os cuidados  ao paciente crítico aumentam a resposta hiperglicêmica, com o uso de  corticosteróides, agentes adrenérgicos e suporte nutricional rico em glicose.  Apesar de ser uma resposta normal do organismo, a redução dos níveis de glicemia  melhora a evolução e diminuem o risco de complicações, especialmente  infecciosas<sup>37</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Van den Bergue e col.<sup>38</sup> em estudo  prospectivo aleatório em UTI cirúrgica avaliou o controle glicêmico estrito  através de protocolo de infusão contínua de insulina para manter níveis de  glicose abaixo de 110 mg/dL, e observaram redução da morbidade e mortalidade,  associados a redução da bacteremia, necessidade de diálise, transfusão,  ventilação mecânica prolongada e polineuropatia.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Em recente estudo prospectivo aleatório, Van den  Berg e col.<sup>39</sup> analisaram o uso de protocolo de terapia insulínica  intensiva em UTI médica. O resultado demonstrou redução da morbidade, mas não da  mortalidade. O risco de morte e doença foi reduzido em pacientes tratados por  mais de três dias, contudo, estes pacientes não podem ser identificados no  momento da admissão. A redução da morbidade resultou de prevenção de doença  renal, desmame mais rápido da VM e menor tempo de UTI e internação.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A terapia insulínica tem demonstrado ser promissora  para uso de rotina em UTI. Mais estudos são necessários para definir faixas  ideais de glicemia em diferentes situações clínicas.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:small;"><strong>IMUNONUTRIÇÃO</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Apesar dos avanços terapêuticos para tratamento do  paciente crítico, infecção, sepse e falência de múltiplos órgãos ainda são a  maior causa de mortalidade, eventualmente associado à imunossupressão. Pela  forte relação entre nutrição e imunidade publicados na literatura clínica, o uso  de nutrientes específicos visando a restauração e manutenção da resposta imune é  cada vez mais freqüente, tanto com nutrientes isolados quanto em  formulações.<sup> </sup>As dietas imunomoduladoras têm como principais  componentes adicionados: arginina, ácidos graxos n-3, glutamina, nucleotídeos,  micronutrientes e vitaminas antioxidantes<sup>40</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O aminoácido arginina, classificado como  condicionalmente essencial em estados de estresse, exerce papel na síntese  protéica, como substrato para o ciclo da uréia e produção de óxido nítrico. É  também um secretagogo para hormônio de crescimento, prolactina e  insulina<sup>41</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O uso de fórmula suplementada com arginina tem  apresentado benefícios a pacientes cirúrgicos, com redução da taxa de infecção.  Porém, em pacientes críticos com sepse e infecção grave, este efeito não  acontece<sup>42</sup>. A análise de ensaios clínicos bem conduzidos com  pacientes críticos em geral não apontou diferenças nas taxas de mortalidade e  infecção com o uso de fórmulas enriquecidas com arginina. Porém, quando  analisada em população específica de pacientes com sepse, os grupos que  receberam fórmula com arginina apresentaram risco potencial, com aumento na taxa  de mortalidade quando comparado ao uso de fórmula padrão<sup>21,25</sup>. Uma  possível explicação é que o uso da arginina pode aumentar a liberação de  citocinas pró-inflamatórias e óxido nítrico, com aumento da resposta  inflamatória. Nestes pacientes a administração de fórmulas ricas em arginina  pode causar hipotensão temporária, aumento no débito cardíaco e diminuição na  resistência vascular e pulmonar sistêmica. Devido a arginina intensificar a  resposta inflamatória, os efeitos tóxicos são maiores em pacientes com sepse,  síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SRIS) ou infecção  grave<sup>42</sup>. Devido ao risco potencial, associado ao uso de dietas  suplementadas com arginina em pacientes com choque e sepse, o seu uso não é  recomendado nesses pacientes<sup>21,25</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A glutamina é o aminoácido mais abundante no  plasma. Está envolvido em diversos processos bioquímicos e metabólicos, o que o  torna condicionalmente essencial em estados catabólicos. É o substrato principal  de células de proliferação rápida, como enterócitos e células imunes. Estudos  clínicos em pacientes críticos e cirúrgicos têm indicado que a suplementação de  glutamina diminuiu a taxa de complicações infecciosas<sup>43</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O uso de glutamina apresenta benefícios a pacientes  com trauma e queimaduras, está relacionado a menor número de complicações  infecciosas e redução do tempo de internação<sup>44</sup>. Não há evidência  científica suficiente para recomendar o uso rotineiro de glutamina em pacientes  cirúrgicos ou pacientes críticos heterogêneos<sup>21,25</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O uso da glutamina tem demonstrado efeitos  benéficos em pacientes críticos quando suplementado em fórmulas de NP, com  diminuição da mortalidade, sendo recomendada a sua suplementação. Não há dados  que demonstrem melhora na taxa de infecção e tempo de  internação<sup>21,25</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Os ácidos graxos n-3 diminuem a produção de  citocinas inflamatórias e eicosanóides, com diminuição da resposta inflamatória  e da imunossupressão<sup>45</sup>. Sua degradação, diferente dos ácidos graxos  n-6, leva à formação de moléculas vasodilatadoras, reduz a produção de  ubiquitina (principal proteína indutora de proteólise), podendo ter um efeito  inibidor do catabolismo protéico no paciente crítico. Por estas propriedades,  pode ser utilizado com fins terapêuticos em vários estados inflamatórios  crônicos e agudos<sup>46</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Os nucleotídeos da dieta são essenciais na  imunidade célula-mediada. Sua presença é especialmente importante durante o  desenvolvimento, maturação e reparo intestinal. Suplementos de nucleotídeos  podem ajudar a preservar a estrutura e função intestinal durante o uso de NP.  Sua carência pode ter efeitos similares aos da carência de glutamina na barreira  mucosa intestinal e na função de absorção. Contudo, as implicações quanto às  vias de administração, a composição e a dose permanecem indefinidas, bem como o  benefício clínico na alimentação do paciente crítico não está  comprovada<sup>47</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O estado crítico é associado à formação de radicais  livres de oxigênio e diminuição da capacidade antioxidante, levando ao estresse  oxidativo. Acredita-se que o suprimento exógeno de determinadas vitaminas e  elementos-traço podem ajudar a balancear os níveis de oxidantes e antioxidantes  no paciente crítico<sup>48</sup>. Doses de selênio, zinco, vitaminas, C, E e  beta-caroteno para pacientes críticos ainda não estão estabelecidas,  necessitando de maior investigação clínica<sup>9</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O efeito dos vários nutrientes varia dependendo do  fundamento fisiopatológico do quanto e como os substratos influem na função  imune celular e/ou na síntese de mediadores inflamatórios e/ou geração de  radicais livres<sup>49</sup>. </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">O maior estudo sobre dieta com nutrientes  imunomoduladores em UTI geral, realizado por Kieft e col.<sup>50</sup>, analisou  o efeito de fórmula imunonoduladora comparando ao uso de fórmula padrão em 597  pacientes, e não apresentou benefícios ao grupo de pacientes que receberam a  fórmula enriquecida.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">É plausível que muitos destes nutrientes testados  individualmente tenham efeitos terapêuticos (positivos ou negativos) em grupos  de pacientes, mas quando combinados, seu uso deve ser cauteloso, devido à  heterogeneidade de estados clínicos e variações na gravidade da  doença<sup>49</sup>.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Há necessidade de se estabelecer novos paradigmas  com o foco em nutrientes isolados, administrados em populações homogêneas de  pacientes em estudos clínicos rigorosos.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:small;"><strong>REFERÊNCIAS </strong></span></p>
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<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">06. BolesJ-M &#8211; Assessing Nutritional Status, em:  Webb AR, Shapiro M, Singer M et al &#8211; Oxford Textbook of Critical Care.  1<sup>st</sup> Ed, New York: Oxford University Press,  1999;380-382.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">07. Guidelines for use of parenteral and enteral  nutrition in adult and pediatric patients. ASPEN Board of Directors J Parenter  Enteral Nutr, 2002;26:(Suppl1):1SA-138SA.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">08. Cerra FB, Benitez MR, Blackburn GL et al &#8211;  Applied nutrition in ICU patients. A consensus statement of the American College  of Chest Physicians. Chest. 1997;111:769-778.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">09. Chan S, McCowen KC, Blackburn GL &#8211; Nutrition  management in the ICU. Chest 1999;115:(Suppl5):145S-148S.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">10. Bottoni A, Oliveira GPC, Ferrini MT et al &#8211;  Avaliação Nutricional: Exames Laboratoriais, em: Waitzberg DL &#8211; Nutrição Oral,  Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 3ª Ed, São Paulo: Atheneu;  2000;279-94.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">11. Dominioni L, Dionigi R &#8211; Immunological function  and nutritional assessment. J Parenter Enteral Nutr,  1987;11:(Suppl5):70S-72S.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">12. Escribano JA, Gomez-Tello V, Santana SR &#8211;  Valoración Del estado nutricional em el paciente grave. Nutr Hosp.  2005;20:(Suppl2):5-8.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">13. Escribano JA, Gomez-Tello V, Santana SR &#8211; The  role of visceral proteins in the nutritional assessment of intensive care unit  patients. Curr Opin Clin Nutr Metabol Care, 2003;6:211-216.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">14. Jolliet P, Pichard C, Biolo G et.al &#8211; Enteral  nutrition in intensive care patients: a practical approach. Working Group on  Nutrition and Metabolism, ESICM. European Society of Intensive Care Medicine.  Intensive Care Med, 1998;24:848-859.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">15. Silva SRJ, Waitzberg DL &#8211; Gasto Energético, em:  Waitzberg DL &#8211; Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 3ª Ed,  São Paulo: Atheneu, 2000;327-342.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">16. Basile-Filho A, Martins MA, Batiston MT et al &#8211;  Gasto energético em pacientes sépticos: correlação entre a calorimetria indireta  e as equações preditivas derivadas a partir de dados hemodinâmicos. RBTI,  2003;15:101-107.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">17. O&#8217;Leary-Kelley CM,Puntillo KA, Barr J et al &#8211;  Nutritional adequacy in patients receiving mechanical ventilation who are fed  enterally. Am J Crit Care, 2005;14:222-231.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">18. Oliveira RMC, Amaral ACK-B, Batista MC &#8211;  Terapia Nutricional: Avaliação do Gasto Energético, em: Oliveira RMC, Cal, RGR &#8211;  Terapia Intensiva. Nutrição. São Paulo: Atheneu, 2005;19-26.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">19. Kan MN, Chang HH, Sheu WF et al &#8211; Estimation of  energy requirements for mechanically ventilated, critical ill patients using  nutritional status. Crit Care, 2003;7:R108-R115.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">20. Leyba CO, Gomez-Tello V, Arbeloa CS &#8211;  Requerimientos de macronutrientes y micronutrientes. Nutr Hosp,  2005;20:(Suppl2):13-17.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">21. Kreymann KG, Berger MM, Deutz NE et al &#8211; ESPEN  Guidelines on Enteral Nutrition: Intensive care. Clin Nutr,  2006;25:210-223.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">22. El-Solh AA &#8211; Clinical approach to the  critically ill, morbidly obese patient. Am J Respir Crit Care Med,  2004;169:557-561.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">23. Weissman C &#8211; Nutrition in the intensive care  unit. Crit Care, 1999;3:R67-R75.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">24. Heyland DK, Drover JW, Dhaliwal R et al &#8211;  Optimizing the benefits and minimizing the risks of enteral nutrition in the  critically ill: role of small bowel feeding. J Parenter Enteral Nutr,  2002;26:(Suppl6):S51-S57.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">25. Heyland DK, Dhaliwal R, Drover JW et al &#8211;  Canadian clinical practice guidelines for nutrition support in mechanically  ventilated, critically ill adult patients. J Parenter Enteral Nutr,  2003;27:355-373.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">26. DiSario JA &#8211; Future considerations in  aspiration pneumonia in the critically ill patient: what is not know, areas for  future research, and experimental methods. J Parenter Enteral Nutr,  2002;26:(Suppl6):S75-S79.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">27. Bernard AC, Magnuson B, Tsuei BJ et al –  Defining and assessing tolerance in enteral nutrition. Nutr Clin Pract,  2004;19(5):481-486.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">28. Binnekade JM, Tepaske R, Bruynzeel P et al &#8211;  Daily enteral feeding practice on the ICU: attainment of goals and interfering  factors. Crit Care, 2005;9:R218-R225.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">29. Heffner JE &#8211; Management of the chronically  ventilated patient with tracheostomy. Chron Respir Dis,  2005;2:151-161.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">30. Cal RGR, Monte JCM, Oliveira RMC et al &#8211;  Terapia Nutricional Parenteral: Princípios, Formulação e Monitoramento, em:  Oliveira RMC, Cal, RGR &#8211; Terapia intensiva. Nutrição. São Paulo: Atheneu;  2005;113-123.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">31. Waitzberg DL, Torrinhas RS, Jacintho TM &#8211; New  parenteral lipid emulsions for clinical use. J Parenter Enteral Nutr,  2006;30:351-367.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">32. Llop J, Vuelta M, Sabin P et al &#8211;  Triglicérideos y nutrición parenteral. Endocrinol Nutr,  2005;52:290-296.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">33. Buenestrado A et al &#8211; Olive oil-based lipid  emulsion´s neutral effects on neutrophil functions and leukocyte endothelial  cell interactions. J Parenter Enteral Nutr, 2006;30:286-296.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">34. Jimenez Jimenez FJ, Martinez JL et al &#8211;  Nutrición artificial en la insuficiencia renal aguda. Nutr Hosp.,  2005;20:18-21.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">35. Jimenez Jimenez FJ, Gonzalez JCM et al &#8211;  Nutrición artificial en la insuficiencia hepática. Nutr Hosp,  2005;20:22-24.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">36. Safe practices for parenteral nutrition  formulation. National advisory group on standards and practice guidelines for  parenteral nutrition. J Parenter Enteral Nutr, 1998;22:49-66.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">37. Nasraway SAJ &#8211; Hyperglycemia during critical  ilness. J Parenter Enteral Nutr, 2006;30:254-258.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">38. Van den Berghe G et al &#8211; Intensive insulin  therapy in critically ill patients. N Engl J Med, 2001;  345:1359-1367.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">39. Van den Bergue G et al &#8211; Insulin therapy in the  medical ICU. N Engl J Med, 2006;354:449-461.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">40. Waitzberg DL, Lotierzo PHP, Duarte AJS et al &#8211;  Imunonutrição, em: Waitzberg DL &#8211; Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática  Clínica. 3ª Ed, São Paulo: Atheneu; 2000;1511-1538.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">41. Grant JP &#8211; Nutrition support in critically ill  patients. Ann Surg, 1994;220:610-616.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">42. Stechmiller JK, Childress B, Porter T &#8211;  Arginine immunonutrition in critically ill patients: a clinical dillemma. Am J  Crit Care, 2004;13:17-23.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">43. Coaffier M, Dechelotte P &#8211; The role of  glutamine in intensive care unit patients: mechanisms of action and critical  outcome. Nutr Rev, 2005;63:65-69.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">44. García-de-Lorenzo A et al &#8211; Clinical evidence  for enteral nutritional support with glutamine: a systematic review. Nutrition,  2003;19:805-811.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">45. Alvarez W, Mobarhan S &#8211; Finding a place for  immunonutrition. Nutr Ver, 2003;61:214-218.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">46. Amaral ACK-B, Oliveira RMC, Cal RGR et al &#8211;  Imunonutrição em Terapia Intensiva, em: Oliveira RMC, Cal, RGR &#8211; Terapia  intensiva. Nutrição. São Paulo: Atheneu; 2005;239-245.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">47. Mc Cauley R, Kong SF, Hall J &#8211; Glutamine and  nucleotide metabolism within enterocytes. J Parenter Enteral Nutr,  1998;22:105-111.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">48. Heyland DK, Dhaliwal R, Suchner U et al &#8211;  Antioxidant nutrients: a systematic review of trace elements and vitamins in the  critically ill patients. Intensive Care Med, 2005;31:327-337.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">49. Heyland D, Dhaliwal R &#8211; Immunonutrition in the  critically ill: from old approaches to new paradigms. Intensive Care Med,  2005;31:501-503.</span> [ <a href="void(0);">Links</a> ]<!-- end-ref --><!-- ref --></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">50. Kieft H, Roos AN, van Drunen JD et al –  Clinical outcome of immunonutrition in a heterogenous intensive care population.  Intensive Care Med, 2005;31:524-532.</span></div>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/conversasemoff.wordpress.com/193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/conversasemoff.wordpress.com/193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/conversasemoff.wordpress.com/193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/conversasemoff.wordpress.com/193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/conversasemoff.wordpress.com/193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/conversasemoff.wordpress.com/193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/conversasemoff.wordpress.com/193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/conversasemoff.wordpress.com/193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/conversasemoff.wordpress.com/193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/conversasemoff.wordpress.com/193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/conversasemoff.wordpress.com/193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/conversasemoff.wordpress.com/193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/conversasemoff.wordpress.com/193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/conversasemoff.wordpress.com/193/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=193&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Direto da Terra da garoa: overdose de cultura</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 21:41:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedoregina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem, hoje Sampa se mostrou como a típica terra da garoa: acordei e estava chovendo! Dia cinza. Bem, lá fui eu tomar café na Bela Cintra de novo e depois dar uma passeada no Margs, afinal, terça a entrada é free! Não tenho nem palavras pra contar o quanto é legal lá. É muito bom [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=191&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, hoje Sampa se mostrou como a típica terra da garoa: acordei e estava chovendo! Dia cinza. Bem, lá fui eu tomar café na Bela Cintra de novo e depois dar uma passeada no Margs, afinal, terça a entrada é free!</p>
<p>Não tenho nem palavras pra contar o quanto é legal lá. É muito bom ver obras de picasso, van gogh, portinari, renoir&#8230; Nossa, muito legal. Tem uma exposição lá sobre mitologia que é de cair o queixo. Tudo muito bem explicado, com a história e curiosidades dos mitos. Matou a pau. No andar de baixo, uma exposição de arte moderna, de um artista chinês meio maluco, com umas obras deformadas (hum, no folder dizia que era necessário um olhar mais atento pra captar a essência do artista. Será?)</p>
<p>Quando fui observar o último pavimento, me deparei com um concerto de música clássica. Também free, galera! Era um dueto de violoncelo e piano, com um casal alemão. Fera. Bethoven, Bach. Comprei o cd deles e fiz amizade com um casal de Brasília. Inclusive fui perseguida por um japa maluco que queria saber tudo sobre minha vida e virar meu amigo. Eu hein! Cai fora.</p>
<p>Saindo de lá, peguei uma sessão no HSBC cultural. O filme era &#8220;Medos privados em lugares públicos&#8221;, do Resnais. Eu lembro que um dia pedi esse filme em uma locadora em Porto Alegre e o atendente riu da minha cara. Enfim, é um filme antigo que ganhou Veneza e eu tava doida pra ver. Mas vem cá, guria, tu viaja pra ir no cinema? Sim, mas não é qualquer cinema e nem qualquer filme! É mto fera.</p>
<p>Vim aqui no Shooping comer uma salada. Trocentas opçoes de salada. Brócolis, linhaça, rucula. Ta, eu sei que nao costumo comer isso seguido lá em POA, mas veja bem, se tu ficasse trocentos dias comendo fast food ia achar uma alface um luxo.</p>
<p>Agora volto ao cine, pois tem a sessão daquele filme &#8220;Se nada mais der certo&#8221; comentada pelo diretor. Amanhã tem show de musica classica na Fiesp na hora do almoço e na quinta na estação vergueiro. Enfim, quem vem pra cá não fica parado muito tempo, tem muita opção de lazer e de cultura. Overdose de cultura!</p>
<p>Depois conto como foi, hasta!!</p>
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		<title>Me perdendo na cidade grande&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 00:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedoregina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não classificado]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem, hoje eu acordei as dez da manha simplesmente torrando no sol, com a cortina aberta. Estava cerca de 30 graus! Dia lindo, então decidi ir a Santo Andre cuidar das minhas tarefas em outro dia. Primeiro fui tomar meu café da manhã na rua Bela Cintra, em um lugar bem legal que o pessoal [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=187&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, hoje eu acordei as dez da manha simplesmente torrando no sol, com a cortina aberta. Estava cerca de 30 graus! Dia lindo, então decidi ir a Santo Andre cuidar das minhas tarefas em outro dia. Primeiro fui tomar meu café da manhã na rua Bela Cintra, em um lugar bem legal que o pessoal de Sto André me indicou. Comi um beirute aos quatro queijos sensacional! Bem, eu me perdi ja para ir tomar o cafe da manhã. Estava demorando. Mas encontrei!</p>
<p>Decidi então visitar o parque do Ibirapuera. Tava um sol lindo demais e eu não podia deixar isso passar batido. O detalhe é que eu nao sabia como chegar!Da-lhe google maps e ate fiz amizade com a menina oriental que trabalha na lan house que eu fui. Pesquisamos itinerários na sp trans e nos confundimos mais do que nos achamos. Ok. Voltei pro hotel, peguei o tal do guia da bravo e descobri que na Brigadeiro Luiz Antonio passava onibus pra la. Como é uma travessa da paulista, nao tive medo de me aventurar. Só que caminhei pra cacete, era tri longe! Chegando na parada, pedi informações. Uma tia se assustou comigo e só faltou me bater. Mas enfim, cheguei no tão esperado parque! So que o MAM (Museu de Arte Moderna) só abre a partir de terça! Alias, o museu afro tambem! Ou seja, tava tudo fechado. Caminhei cerca de tres horas la dentro, o negocio é absurdamente grande. Me perdi. Me situei de novo. E não fazia nem idéia de como eu voltava de lá! Bem, quem tem boca&#8230; lá fui eu perguntar para os guardas (tenho medo de sair perguntando pra qq um e dar bandeira que sou turista. Acho uma exposição desnecessária, embora creia que está escrito na minha testa!)</p>
<p>Peguei uma passarela maluca la e entrei num tal de onibus São Francisco, que tinham me indicado. Aí me perdi de novo. Mas como minha referencia é a Paulista, foi fácil me achar. So que eu tava no começo da avenida e ja tinha caminhado tres horas! Me deu um desespero, mas vamos lá. Jantei no Mac e ainda peguei uma sessão de cinema la no HSBC belas artes. O filme era o francês &#8220;Beije quem você quiser&#8221;. Bem, eu tinha a impressão que já tinha visto esse filme, mas é sessão cineclube e meia entrada. A entrada de cine aqui é dessezeis reais galera, e se eu quiser ir seguido assim, tenho que encontrar algumas alternativas. Bem, o filme era ruim! So depressive e eu já to me sentindo meio sozinha na cidade grande. É paradoxal porque to completamente apaixonada por essa cidade. Só que tô me sentindo meio sozinha na cidade grande. Todo mundo se sente assim?</p>
<p>Para amanhã, a programação tem uma parada obrigatória no Masp (é de graça e fica a quatro quadras de onde estou. Absurdooo!) Bem, eu fiquei indignada hoje quando fui pedir informações turísticas aqui no hotel e não sabiam me dizer porra nenhuma. Hotel econômico dá nisso. Me orientaram a ir no Masp onde teria um posto de informações turísticas. Ao chegar lá, o guarda disse que o posto foi transferido porque os hoteis faziam esse serviço e tinha pouca demanda. Ah fala sério né? Na maior cidade do país? Foda de acreditar. Então, vou ter que fazer meus passeios por mim mesma. Fodam-se todos.</p>
<p>Ah! Hoje eu surtei na Fnac (de idiota, porque tem em Porto Alegre também né?). Comprei um livro legal lá. Mas meu Nick Hornby nao tinha e fiquei de cara também. Era pra ter de tudo aqui! Frustração.</p>
<p>Amanhã volto com novidades. Tem um filme comentado la no Belas Artes e dizem que o Cauã Reymond vai estar! Odeio essas tietices adolescentes mas acho que vai ser curioso e não vou perder.</p>
<p>Hasta!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/conversasemoff.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/conversasemoff.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/conversasemoff.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/conversasemoff.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/conversasemoff.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/conversasemoff.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/conversasemoff.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/conversasemoff.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/conversasemoff.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/conversasemoff.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/conversasemoff.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/conversasemoff.wordpress.com/187/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/conversasemoff.wordpress.com/187/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/conversasemoff.wordpress.com/187/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=187&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Direto da terra da garoa!</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 03:10:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedoregina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não classificado]]></category>

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		<description><![CDATA[Ahá, finalmente cheguei ao destino mais esperado: Sampa! Hoje acordei bem cedinho, tomei meu café e fui esperar o airport service la em CWB. Me deu uma dó de deixar aquela cidade tão bonita! Bem, chegando no Afonso Pena, pausa para um café (4,50 a xícara e nem era expresso! por isso que eu viajo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=185&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ahá, finalmente cheguei ao destino mais esperado: Sampa! Hoje acordei bem cedinho, tomei meu café e fui esperar o airport service la em CWB. Me deu uma dó de deixar aquela cidade tão bonita! Bem, chegando no Afonso Pena, pausa para um café (4,50 a xícara e nem era expresso! por isso que eu viajo apenas uma vez por ano!).</p>
<p>Ok, o vôo foi maravilhoso pq o dia estava lindo e eu consegui ver o mar. Lindo dia, e como me disse a minha amiga Anne, webjet é muito legal mesmo. Cheguei em Guarulhos ouvindo Legião Urbana e sentindo um arrepio. Estava chegando na minha terra natal. Estaria eu finalmente em casa?</p>
<p>Bem, para pegar o airport la em Guarulhos foi mais complicado um pouco. Existe uma variedade inúmera de linhas. Mas encontrei a linha certa. Dali a alguns minutos, já fiz amizade com um catarinense que me pediu um cigarro. Ele me deu umas dicas bem legais de lazer em Sampa e me orientou onde eu comprava minha passagem. Disse que cuidava da minha mala. Gelei. Mas enfim, enquanto fui comprar a passagem no guiche interno do aeroporto, ele cuidou mesmo. E até explicou pro motorista do airport o meu destino. Jóia! Tinha um colorado também lá e ficamos falando que o Sul ia dominar o mundo. Foi bacana.</p>
<p>Cheguei bem facilmente aqui no hotel. Não é do meu agrado, mas é o que dá pra pagar no momento. Mal tomei um banho e o pessoal de Sto Andre veio me buscar. Quando eu vi a Lu, fiquei tão emocionada! Eles me levaram até lá, prepararam um super almoço pra mim. Foi simplesmente maravilhoso! Conversei muito com a Claudete. Bem, foi inevitável falar sobre meus pais. Eu percebi o quanto está mais fácil cuidar dessas questões (themis, love u). Santo André ta muito diferente de quando eu fui embora. As pessoas continuam queridas e me receberam com um carinho aburdo.</p>
<p>Foi estranho estar lá. É como se eu tivesse voltado pra casa. Só algumas coisas  eu observei e fiquei com uma sensação &#8220;pertenço mas não pertenço&#8221; a isto aqui. Na verdade, eu tenho que admitir que a saudade do Sul tá falando alto. Que talvez eu seja muito mais gaúcha do que eu pense. É doido.</p>
<p>O pessoal me deixou aqui na Consolação, esquina com a Paulista. Sério, a Paulista dá vontade de chorar: é de se rasgar de tão linda. E eu to na quadra do HSBC Belas Artes. Que dúvida que eu terminei a noite com um cinema? O lugar é o máximo, tem trocentos filmes cults e debates com diretores. Trocentos filmes, camisetas pra vender. É um templio do cinema. Eu acho que eu podia morar lá dentro (hahahaha). Bem, assisti Paris. A escolha foi natural e nem pensei. Quando estava lá dentro, ploft, cai a ficha. Lembrei de quem me indicou e esbocei um sorriso. </p>
<p>Eu tenho que dar um jeito de chegar no Sesc Pompeia pra ver a exposiçao de Sophie Calle! Voces nao tem noção do absurdo que é abrir a ilustrada e poder escolher algo pra fazer. É um sonho. Aí vem a sensação de que eu preciso morar aqui, desesperadamente.</p>
<p>Quanta viagem (literalmente)! Bem, hoje é um dia em que eu sabia que ficaria extremamente confusa. Alguns fantasmas sendo exorcisados. Alguns sonhos se reacendendo. Mas a sensação é de alegria, e que sim, vale, vale a pena.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/conversasemoff.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/conversasemoff.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/conversasemoff.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/conversasemoff.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/conversasemoff.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/conversasemoff.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/conversasemoff.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/conversasemoff.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/conversasemoff.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/conversasemoff.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/conversasemoff.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/conversasemoff.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/conversasemoff.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/conversasemoff.wordpress.com/185/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=185&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Amanhã subindo pra Sampa</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 02:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedoregina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não classificado]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda em Cwb! Amanhã cedinho partimos para Sampa. Momentos de muita tensão! Quero só ver como vai ser a chegada em Garulhos, o trajeto até o hotel e o mais importante: o momento em que vou ver a Lu e todo o pessoal que eu amo tanto. É um momento muito especial pra mim e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=182&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda em Cwb! Amanhã cedinho partimos para Sampa. Momentos de muita tensão! Quero só ver como vai ser a chegada em Garulhos, o trajeto até o hotel e o mais importante: o momento em que vou ver a Lu e todo o pessoal que eu amo tanto. É um momento muito especial pra mim e não sei exatamente qual vai ser a minha reação. Hoje o dia foi muito calmo, tirando a confusão que eu fiz com o Ulisses (o celular dele ficou na minha bolsa). Que vergonha! Pensei em ir na Ópera hoje, mas não tinham mais ingressos. Fui então ao cinema. Lá escolhi &#8220;Mulher invisível&#8221;, já que duas pessoas bem importantes tinham me indicado. Gostei, ri bastante.</p>
<p>Hoje fui mais esperta e jantei num buffet a peso. A única coisa que me deixou indignada foi que peguei um táxi para voltar do cinema agora. Já começa a bandeirada de 3,50 ao entrar no táxi! Tudo bem. Mas o motorista sacou que eu era turista e deu umas voltas a mais comigo. Que ódio. Pior que eu não podia reclamar porque não saberia sugerir um trajeto, dizendo nomes de ruas. Gente assim é muito FDP!</p>
<p>Ah, o ingresso de cinema foi 16 reais também. Reconsidero meus planos de morar aqui, tudo muitooo caro. O diferente é que as cadeiras são numeradas (acho que o Iguatemi é assim né?) mas a sessão tava vazia e pude sentar num bom lugar.</p>
<p>Tomara que eu acorde amanhã porque tô com medo de perder o vôo. E de a tal lotação não aparecer. E de chegar em Garulhos. Merda de medo!</p>
<p>Melhor deixar disso e viver. E olha, tá valendo muito a pena <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/conversasemoff.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/conversasemoff.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/conversasemoff.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/conversasemoff.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/conversasemoff.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/conversasemoff.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/conversasemoff.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/conversasemoff.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/conversasemoff.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/conversasemoff.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/conversasemoff.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/conversasemoff.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/conversasemoff.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/conversasemoff.wordpress.com/182/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=182&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Viagem de inverno &#8211; a missão</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 22:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedoregina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não classificado]]></category>

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		<description><![CDATA[Direto de CWB! Bem, hoje começamos a viagem para a minha terra, aquela, a da garoa: Sampa! Para aquecimento, temos uma parada em Curitiba, a cidade das araucárias.  Meu irmão mora aqui e já visitei a cidade umas tres vezes. O que não quer dizer nada, no final das contas, porque me sinto perdida ainda! [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=179&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Direto de CWB! Bem, hoje começamos a viagem para a minha terra, aquela, a da garoa: Sampa! Para aquecimento, temos uma parada em Curitiba, a cidade das araucárias.  Meu irmão mora aqui e já visitei a cidade umas tres vezes. O que não quer dizer nada, no final das contas, porque me sinto perdida ainda!</p>
<p>O embarque foi hoje de manhã, e eu não fazia muita idéia de como fazer check-in, em que portão embarcar, como a coisa toda funciona. A outra vez eu viagem com o André e não lembro de nada. Bem, meu amigo Fábio tava lá pelo aeroporto para dar aquela força. Uma taça de café, o último cigarro e vamos para o portão de embarque dois. Cheguei lá cerca de meia hora antes do embarque previsto.  Entediada, ficava olhando de cinco em cinco minutos a droga da passagem para ver se eu não estava no lugar errado. Eis que senta ao meu lado um mineiro, que não demorou muito a puxar papo. Depois de uma conversinha divertida e ele elogiando a beleza das mulheres do sul (não sou gaúcha, não se esqueçam), comecei a achar a coisa bem divertida. Eis que escuto: Vôo 6789, última chamadaaaa!</p>
<p>É. Quase perdi o avião trovando fiado. O vôo foi ótimo, teve uma leve turbulência, que me deixou com muita saudade do meu salto de paraquedas em maio. Preciso fazer de novo! Um dia&#8230;.</p>
<p>Chegando na terra das araucárias (ou melhor, em São José dos Pinhais, o aeroporto é lá), eu já estava amaldiçoando a taça de café que tinha tomado. Precisava de um banheiro urgente! Esqueci até que tinha que pegar a bagagem. Depois de ir no banheiro e me assustar com &#8220;trocentas&#8221; pessoas com máscara contra gripe A, busquei minha mala com meu chaveiro de ursinho. Logo após, rumo à lotação airport service, que me deixou na rua 24 horas, onde caminhei apenas uma quadra com minha mala (humilde, que pesa apenas 17 kg) para chegar ao hotel.</p>
<p>No caminho, dentro da lotação, ao parar na rodoviária, eu vejo na rua uma mala idêntica a minha. Sério, eu gelei. Não via a identificação da mala (o maldito chaveiro de urso), que estava virado para o outro lado. Pensei &#8220;cacete, e se eu perder minha mala agora?&#8221;. Mas não era a minha mala. Quando cheguei ao meu destino, o motorista me trouxe a mala correta e suspirei aliviada.</p>
<p>Chegando no hotel, um bom banho e cama! Dormi umas duas horas (mesmo com as funcionarias limpando o quarto ao lado com aspirador de pó). Tava moída! Depois, fui pro centro pesquisar coisas legais nas lojas que ja conheço. Tudo caro, igual ao sul. Comprei apenas umas echarpes de uma loja de tecidos que vende tudo a preços simbólicos (balaião, saca?)</p>
<p>Agora vim jantar no shopping estação. Fui comer num lugar chamado Fast Grill (tava mais pra slow grill, mas tudo bem) . Eu tava desesperada pra comer salada! Após selecionar uma salada e escolher um bife, a surpresa: acredito que tres pessoas comiam aquela porçao! Sobrou comida e só faltou escrever &#8220;amadora&#8221; na minha testa.</p>
<p>Hoje de noite encontro meu amigo Ulisses e vamos dar uma volta na noite por aqui! Logo volto com novidades!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/conversasemoff.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/conversasemoff.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/conversasemoff.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/conversasemoff.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/conversasemoff.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/conversasemoff.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/conversasemoff.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/conversasemoff.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/conversasemoff.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/conversasemoff.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/conversasemoff.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/conversasemoff.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/conversasemoff.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/conversasemoff.wordpress.com/179/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=179&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Presente de aniversário!!</title>
		<link>http://conversasemoff.wordpress.com/2008/10/10/presente-de-aniversario/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 16:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>camilalopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aventuras gastronômicas]]></category>
		<category><![CDATA[Bolo de aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[bolo de cenoura]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa semana foi aniversário da Paula, uma amiga do trabalho. Resolvi dar um bolo para ela de presente. Já tinha feito um para a Cris (que outra hora conto a saga, pq a história do bolo da Cris foi realmente algo) e resolvi repetir a dose. Adoro cozinhar para as pessoas e sei que muitas adoram [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=170&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://conversasemoff.files.wordpress.com/2008/10/imag010.jpg"></a>Essa semana foi aniversário da Paula, uma amiga do trabalho. Resolvi dar um bolo para ela de presente. Já tinha feito um para a Cris (que outra hora conto a saga, pq a história do bolo da Cris foi realmente algo) e resolvi repetir a dose.</p>
<p>Adoro cozinhar para as pessoas e sei que muitas adoram o mimo. Bom, vamos voltar ao aniversário da Paulinha. Pedi para ela escolher o sabor e agora coloco aqui a receita e uma fotinho dele pronto.</p>
<p>A receita é uma das mais fáceis que eu conheço de bolo de cenoura (o eleito da festa). Quem quiser mandar sugestões ou falar de como foi sua aventura com a receita, manda que vou adorar!!</p>
<p><a href="http://conversasemoff.files.wordpress.com/2008/10/imag0102.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-173" title="imag0102" src="http://conversasemoff.files.wordpress.com/2008/10/imag0102.jpg?w=273&#038;h=300" alt="" width="273" height="300" /></a></p>
<p>Ai vai a receita</p>
<p><strong>Bolo de cenoura com chocolate</strong></p>
<p>Bater no liquidificador: 2 cenouras médias descascadas e picadas, 2 ovos inteiros e 1 copo de óleo.</p>
<p>Levar essa mistura para uma travessa e acrescentar os ingredientes secos: 1 e 1/2 xícaras de farinha de trigo, 1 xícara de açucar e 1 colher de chá de fermento em pó. Misturar bem para incorporar todos os ingredientes.</p>
<p>Coloque a mistura em fôrma uma untada e enfarinhada e leve para assar em forno médio até passar pelo teste do palito.</p>
<p><strong>Cobertura<br />
</strong>1 caixa de creme de leite</p>
<p>3 colheres de chocolate em pó (usei nescau mesmo)</p>
<p>1 colher bem cheia de manteiga sem sal</p>
<p>Açúcar à gosto.</p>
<p>Leve tudo para o fogo, mexendo sem parar até começar a ferver.  Despeje ainda quente sobre o bolo.</p>
<p>OBS: Você pode dobrar a receita se tiver uma fôrma bem grande!!<br />
OBS2: A foto tá horrível por que foi feita com o celular.</p>
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		<title>Para tirar manchas</title>
		<link>http://conversasemoff.wordpress.com/2008/10/07/para-tirar-manchas/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 15:38:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>camilalopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lar doce lar]]></category>
		<category><![CDATA[remover manchas]]></category>

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		<description><![CDATA[Domingo, eu e o Rafa, fomos tomar um chimas na casa de um amigo. Antes de ir embora consegui a proeza de me encostar em um portão com graxa. Achei que tinha perdido minha amada jaqueta jeans, mas o Rafa conseguiu tirar a mancha. Ai vão algumas dicas para remover as manchas difíceis: Manchas de café: [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=167&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, eu e o Rafa, fomos tomar um chimas na casa de um amigo. Antes de ir embora consegui a proeza de me encostar em um portão com graxa. Achei que tinha perdido minha amada jaqueta jeans, mas o Rafa conseguiu tirar a mancha.</p>
<p>Ai vão algumas dicas para remover as manchas difíceis:</p>
<p><strong>Manchas de café:</strong><br />
Lave com água morna e glicerina ou passe uma pedra de gelo sobre a mancha.<br />
As manchas saem com uma mistura de bicarbonato de sódio e água.<br />
Para tirar manchas de café antigas basta esfregar um pano umedecido com vinagre branco ou álcool.<br />
Manchas de café em roupas de algodão branco: Umedeça com água oxigenada e logo em seguida lavar com sabão de pedra.</p>
<p><strong>Manchas de mel:<br />
</strong>Coloque sobre a mancha uma solução de bicarbonato de sódio e água quente. Depois lave e enxágua com água fria.</p>
<p><strong>Manchas de banha, manteiga, graxa e cera:<br />
</strong>Passe benzina ou éter. Depois polvilhe talco e lave com água quente e sabão.</p>
<p><strong>Manchas de vinho tinto no tapete:</strong><br />
Remova com vinho branco ou use loção de barbear. A espuma é um bom removedor de manchas.</p>
<p><strong>Manchas de chocolate</strong>:<br />
1) Aperte sem esfregar a parte machada entre dois papéis absorventes. Os restos se retira com álcool fino de 90º.<br />
2) Umedecer a mancha com glicerina e lavar em água morna.</p>
<p><strong>Manchas de cerveja:</strong><br />
Deixe cair sobre as manchas umas gotas de água oxigenada ou amoníaco. Depois lave normalmente.</p>
<p><strong>Manchas de doces ou bebidas açucaradas:</strong><br />
Lave com água morna e um pouco de álcool.</p>
<p><strong>Molho de tomate:<br />
</strong>Misture uma colher de chá de detergente neutro num copo de água morna, molhe a mancha. Coloque uma colher de chá de amônia em 1/2 copo de água, aplique sobre a mancha. Passe uma esponja com detergente neutro. Enxágüe com água limpa para retirar o excesso. Espere secar.</p>
<p>Essas dicas vieram do blog <a href="http://www.rainhasdolar.com/" target="_blank">Rainhas do Lar</a>.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/conversasemoff.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/conversasemoff.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/conversasemoff.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/conversasemoff.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/conversasemoff.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/conversasemoff.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/conversasemoff.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/conversasemoff.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/conversasemoff.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/conversasemoff.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/conversasemoff.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/conversasemoff.wordpress.com/167/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/conversasemoff.wordpress.com/167/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/conversasemoff.wordpress.com/167/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=167&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>E chega a primavera</title>
		<link>http://conversasemoff.wordpress.com/2008/09/22/e-chega-a-primavera/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 18:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>camilalopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lar doce lar]]></category>
		<category><![CDATA[primavera]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje é o primeiro dia da Primavera. Aproveitem!! As orquídeas não são LINDAS??<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=163&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p>Hoje é o primeiro dia da Primavera. Aproveitem!!</p>
<p>As orquídeas não são LINDAS??</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/conversasemoff.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/conversasemoff.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/conversasemoff.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/conversasemoff.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/conversasemoff.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/conversasemoff.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/conversasemoff.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/conversasemoff.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/conversasemoff.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/conversasemoff.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/conversasemoff.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/conversasemoff.wordpress.com/163/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/conversasemoff.wordpress.com/163/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/conversasemoff.wordpress.com/163/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conversasemoff.wordpress.com&amp;blog=3359151&amp;post=163&amp;subd=conversasemoff&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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