Viagem de inverno – a missão

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Direto de CWB! Bem, hoje começamos a viagem para a minha terra, aquela, a da garoa: Sampa! Para aquecimento, temos uma parada em Curitiba, a cidade das araucárias.  Meu irmão mora aqui e já visitei a cidade umas tres vezes. O que não quer dizer nada, no final das contas, porque me sinto perdida ainda!

O embarque foi hoje de manhã, e eu não fazia muita idéia de como fazer check-in, em que portão embarcar, como a coisa toda funciona. A outra vez eu viagem com o André e não lembro de nada. Bem, meu amigo Fábio tava lá pelo aeroporto para dar aquela força. Uma taça de café, o último cigarro e vamos para o portão de embarque dois. Cheguei lá cerca de meia hora antes do embarque previsto.  Entediada, ficava olhando de cinco em cinco minutos a droga da passagem para ver se eu não estava no lugar errado. Eis que senta ao meu lado um mineiro, que não demorou muito a puxar papo. Depois de uma conversinha divertida e ele elogiando a beleza das mulheres do sul (não sou gaúcha, não se esqueçam), comecei a achar a coisa bem divertida. Eis que escuto: Vôo 6789, última chamadaaaa!

É. Quase perdi o avião trovando fiado. O vôo foi ótimo, teve uma leve turbulência, que me deixou com muita saudade do meu salto de paraquedas em maio. Preciso fazer de novo! Um dia….

Chegando na terra das araucárias (ou melhor, em São José dos Pinhais, o aeroporto é lá), eu já estava amaldiçoando a taça de café que tinha tomado. Precisava de um banheiro urgente! Esqueci até que tinha que pegar a bagagem. Depois de ir no banheiro e me assustar com “trocentas” pessoas com máscara contra gripe A, busquei minha mala com meu chaveiro de ursinho. Logo após, rumo à lotação airport service, que me deixou na rua 24 horas, onde caminhei apenas uma quadra com minha mala (humilde, que pesa apenas 17 kg) para chegar ao hotel.

No caminho, dentro da lotação, ao parar na rodoviária, eu vejo na rua uma mala idêntica a minha. Sério, eu gelei. Não via a identificação da mala (o maldito chaveiro de urso), que estava virado para o outro lado. Pensei “cacete, e se eu perder minha mala agora?”. Mas não era a minha mala. Quando cheguei ao meu destino, o motorista me trouxe a mala correta e suspirei aliviada.

Chegando no hotel, um bom banho e cama! Dormi umas duas horas (mesmo com as funcionarias limpando o quarto ao lado com aspirador de pó). Tava moída! Depois, fui pro centro pesquisar coisas legais nas lojas que ja conheço. Tudo caro, igual ao sul. Comprei apenas umas echarpes de uma loja de tecidos que vende tudo a preços simbólicos (balaião, saca?)

Agora vim jantar no shopping estação. Fui comer num lugar chamado Fast Grill (tava mais pra slow grill, mas tudo bem) . Eu tava desesperada pra comer salada! Após selecionar uma salada e escolher um bife, a surpresa: acredito que tres pessoas comiam aquela porçao! Sobrou comida e só faltou escrever “amadora” na minha testa.

Hoje de noite encontro meu amigo Ulisses e vamos dar uma volta na noite por aqui! Logo volto com novidades!

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